Nos últimos anos, o marketing de guerrilha se tornou um método preferido para inúmeras empresas que desejam se destacar no mercado saturado. Com suas campanhas impactantes e criativas, esse tipo de marketing pode gerar bastante visibilidade a um custo relativamente baixo. No entanto, há considerações legais e éticas que devem ser cuidadosamente avaliadas para evitar armadilhas e garantir que tais práticas não se tornem prejudiciais, tanto para a imagem da empresa quanto para a sociedade em geral. Desde o respeito a leis locais até à observância de princípios éticos fundamentais, as franquias precisam estar atentas para navegar nesse campo minado. Embora a criatividade seja a alma do marketing de guerrilha, é crucial que ela não ultrapasse determinados limites. Quando mal executado, o marketing de guerrilha pode resultar em processos legais ou em danos à reputação que podem ser irreversíveis. Portanto, ao mergulhar nesse universo, as empresas devem pesar os benefícios contra os riscos potenciais, sempre buscando agir dentro de um marco ético e legal robusto, que proteja tanto a organização quanto o consumidor.